HISTÓRIA E MEMÓRIA DO
INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)
15 de Dezembro de 2025
PERSONALIDADES DO
INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)
SÃO HOMENAGEADAS COM A
"MEDALHA JORNALISTA JOÃO BRÍGIDO”
Imagem/Fonte: Jornal Gazeta de Notícias - 15/12/2025.
O Jornal Gazeta de Notícias destacou, em reportagem especial publicada em 15 de dezembro de 2025, a solenidade de entrega da “Medalha Jornalista João Brígido”, promovida pela Fundação Frei Carlos em parceria com o próprio jornal. A cerimônia ocorreu no Auditório do Geopark Araripe, no dia 21 de novembro de 2025, e homenageou 16 personalidades do Cariri reconhecidas por sua atuação humanitária e exemplar compromisso com a cidadania.
A maioria dos agraciados possui forte vínculo com o Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC), incluindo patrono, sócio benemérito, titulares e correspondentes da instituição. Foram homenageados: Carmelina Feitosa (Madre Feitosa, in memoriam), Eloi Teles de Morais (in memoriam), José Roberto Celestino, Antônio Renato Soares de Casimiro, Manoel Patrício de Aquino (in memoriam), Antônio Vicelmo do Nascimento, Francisco Alberto Bezerra, Francisco Heron Aquino (in memoriam), Francisco José Pierre, Napoleão Tavares Neves (in memoriam), Francisco Huberto Esmeraldo Cabral, Jackson de Oliveira Bantim, Geraldo Meneses Barbosa (in memoriam), João Lindemberg de Aquino (in memoriam), Manoel Magalhães Neto e Valter Pinheiro Leite, entre escritores, jornalistas, memorialistas, empresários, comunicadores, cineastas e ativistas culturais que contribuíram de forma significativa para o desenvolvimento cultural, social e histórico da região.
Entre os homenageados, destaca-se o Prof. Antônio Renato de Soares de Casimiro, (Secretário do ICVC), memorialista da trajetória do Padre Cícero Romão Batista e da cidade de Juazeiro do Norte. ocupante da Cadeira 16, exerceu a Presidência do ICVC por três mandatos e atualmente atua como 1º Secretário, constituindo-se referência na instituição, zelando por sua história e memória.
O ICVC manifesta reconhecimento à iniciativa da Fundação Frei Carlos e do Jornal Gazeta de Notícias, ressaltando a importância da homenagem como valorização daqueles que ajudaram a construir a memória e a identidade do Cariri, tanto em vida quanto in memoriam.
Juazeiro do Norte/Ceará, 15 de dezembro de 2025.
Prof. Hugo de Melo Rodrigues
PRESIDENTE DO ICVC
Contato1: E-mail: icvccariri@gmail.com
Contato2: E-mail: hugode@hotmail.com
HISTÓRIA E MEMÓRIA DO
INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)
25 de Novembro de 2025
O INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)
É CONVIDADO PARA FAZER PARTE DA
"COMISSÃO DA MEMÓRIA POLÍTICA EM BARBALHA"
No dia 25 de novembro de 2025, o Instituto Cultural doVale Caririense (ICVC), foi representado na Solenidade de implantação da "Comissão da Memória Política de Barbalha" na Câmara Municipal de Barbalha/Ceará, pela a 1ª Vice-Presidente: Professora Célia de Jesus Silva Magalhães. A Câmara atualmente é presidida pelo vereador Dorivan Amaro dos Santos (Ex-Secretário de Cultura do município).
Juazeiro do Norte/ Ceará, 25 de Novembro de 2025.
Prof. Hugo de Melo Rodrigues
PRESIDENTE DO ICVC
Contato1: E-mail: icvccariri@gmail.com
Contato2: E-mail: hugode@hotmail.com
HISTÓRIA E MEMÓRIA DO
INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)
31 de Dezembro de 2024
Mensagem do Presidente e da 1ª Vice-Presidente, do ICVC
Profº Hugo Rodrigues (Presidente do ICVC)
Profª Célia Magalhães (1ª Vice-Presidente do ICVC)
Que 2025 seja um ano de paz, amor, solidariedade e harmonia entre todos. Que o Ano Novo chegue carregado de esperança e nos conduza por uma trajetória de realizações.
Fazer parte do ICVC nos enche de orgulho, e queremos compartilhar com todos vocês o sonho de construirmos uma gestão coletiva, participativa e realizável. Sigamos construindo uma nova história!
Juntos e juntas, somos mais fortes!
Atenciosamente,
Profº Hugo de Melo Rodrigues
PRESIDENTE DO ICVC
Profª Célia de Jesus Silva Magalhães
1ª VICE-PRESIDENTE DO ICVC
HISTÓRIA E MEMÓRIA DO
INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)
05 de Julho de 2021
CIDADÃO JUAZEIRENSE
Francisco Huberto Cabral
A Câmara Municipal de Juazeiro do Norte, no Ceará, outorgará o título de Cidadão Juazeirense ao jornalista, memorialista e radialista Francisco Huberto Cabral, sócio correspondente do Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC). Huberto Cabral é uma referência pelos inúmeros trabalhos sociais e culturais prestados em toda a Região do Cariri.
Registro: Profº Hugo Rodrigues.
INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)
DECANO DA CULTURA CARIRIENSE
Geraldo Menezes Barbosa
Em 03/02/2017, ocorreu a Sessão Solene de posse da nova diretoria do Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC), no Memorial Padre Cícero, às 19h30, ocasião em que foi homenageado o Dr. Geraldo Menezes Barbosa (Sócio titular e ex-presidente do ICVC), como o “Decano da Cultura Caririense”.
Diana Figueiredo Barbosa
PRESIDENTE DO ICVC
(Gestão 2017–2018)
HISTÓRIA E MEMÓRIA DO
INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)
11 de Setembro de 2014
C O N V I T E
A Presidente do INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE - ICVC, Maria do Rosário Lustosa da Cruz, tem a honra de convidar V.Sª e Exma. Família, para a reunião solene dos 40 Anos do Instituto, quando fará uma homenagem ao Senhor Raimundo Correia Ferreira, posse da nova diretoria e de novos membros.
Local: Auditório da Faculdade Juazeiro do Norte
Rua São Francisco, 1224 – Bairro São Miguel.
Data: 20 de Setembro de 2014
Horário: 19:30 h
Juazeiro do Norte – CE
By Daniel Walker - setembro 11, 2014
Fonte: https://www.portaldejuazeiro.com.br/search?q=ICVC
HISTÓRIA E MEMÓRIA DO
INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)
30 de Maio de 2011
CASARÃO CENTENÁRIO
" O Presidente do Instituto Cultural do Vale Caririense - ICVC, professor Hugo de Melo Rodrigues dentro do Programa Centenário realizado pela instituição que reconhece pessoas, lugares e fatos que em 2011 completam cem anos, presidiu no dia 06 de maio, importante solenidade que teve como Presidente de Honra o Professor Antônio Alves, e foi realizada no Sítio Brejo Seco em Juazeiro do Norte, reconhecendo o Casarão da Família Sá Barreto com o Diploma de Mérito Centenário. A solenidade foi prestigiada pelo Pres. da Comissão do Centenário, Dr. Geraldo Menezes Barbosa, fundadores do ICVC: Professora Antélvia Cândido, os Vice-presidentes do ICVC: Maria do Rosário e Pedro Bandeira, inúmeros acadêmicos da instituição, familiares das homenageadas (As senhoritas Geli, Tereza e Marle), que vivem no Casarão Centenário. "
FONTE: INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE – ICVC
https://auribertoeternochocalheiro.blogspot.com/2011/05/instituto-cultural-do-vale-caririense.html
HISTÓRIA E MEMÓRIA DO
INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)
22 de Setembro de 2010
Em proveitosa reunião do RC Padre Cícero, realizada no último dia 10, o ICVC – Instituto Cultural do Vale Caririense lembrou o centenário de Jefferson Albuquerque prestando-lhe homenagem num evento que contou com as presenças de rotarianos de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, representantes do ICC – Instituto Cultural do Cariri, com sede na cidade de Crato e familiares do homenageado.
Nascido em Pacatuba, Ceará, no dia 20 de abril de 1910, Jefferson de Albuquerque e Sousa faleceu subitamente, às 11 horas do dia 17 de fevereiro de 1991,quando a comunidade intelectual do Cariri foi tomada de surpresa, Dr. Jeffesron, como era chamado, bacharelou-se em Direito em 1935, na Faculdade de
Direito do Ceará e logo depois de sua formatura fixou-se em Crato, dedicando-se à advocacia, juntamente com o Dr. Antônio de Alencar Araripe, advogado de grande clientela, ao tempo, nesta região.
Foi durante muitos anos funcionário do Banco do Brasil, como escriturário e fiscal da Carteira Agrícola. Um dos fundadores do Rotary Clube do Crato, em 1937, chegando a exercer as elevadas funções de Governador do Distrito, então Nº 26. No exercício deste posto visitou todos os clubes do Norte e Nordeste e participou da Convenção Internacional em Havana - Cuba. O homenageado foi também fundador do Rotary Clube de Barbalha.
O programa “Centenário” do ICVC, atualmente presidido pelo professor Hugo de Melo Rodrigues, já prestou homenagens a personalidades como Edgar Coelho de Alencar, Padre David Moreira, José Marrocos e Raquel de Queiroz, tendo ainda programadas homenagens a Tancredo Neves e Madre Tereza de Calcutá.
(Fonte: Cariri rotário).
FONTE: https://www.portaldejuazeiro.com.br/search?q=ICVC
INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)
15 de Dezembro de 2009
PROFESSOR HUGO RODRIGUES ELEITO NOVO
PRESIDENTE DO ICVC
No dia 15 de dezembro deste ano (2009), às 17 horas, na sede da Biblioteca Municipal de Juazeiro do Norte, foram realizadas as eleições para a Presidência do Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC). Considerada uma das mais importantes instituições culturais do Cariri cearense, o Instituto foi fundado em 1974 pelo professor Joaryvar Macedo, que também exerceu o cargo de Secretário de Cultura do Estado do Ceará.
O professor Hugo Rodrigues, Técnico em Cultura, foi eleito presidente e ficará à frente do ICVC no biênio 2010–2011. A cerimônia de posse está prevista para a primeira semana de fevereiro, no Centro Cultural do BNB, como parte do programa “Troca de Ideias”.
Registro: Profº Hugo Rodrigues.
INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE (ICVC)
Setembro de 2005
PROFESSOR HUGO RODRIGUES É ELEITO PARA OCUPAR UMA VAGA NO ICVC
Senhor Presidente,
Dr. Geraldo Menezes Barbosa,
ao cumprimentar V.S.ª estendo meus cumprimentos aos demais membros desta Academia. Lembro-lhes, ainda, que este é um momento de grande relevância em minha vida.
Meus queridos familiares e amigos, fico honrado com as vossas presenças, e me provoca nostalgia pela ausência dos demais.
Minhas homenagens à grande Família do Caldeirão da Criança, trabalho idealizado pelo Sr. Alfons Lonsing e pela Sra. Bernadete Bezerra Lonsing, conduzido pelos mais elevados sentimentos de dedicação e amor ao próximo. A eles, meus agradecimentos por me proporcionarem a oportunidade de tê-los como exemplo de vida.
À nossa Juazeiro do Norte, meca do Nordeste, feita de terra e areia, iluminada por Padim Ciço e pela Mãe de Deus das Candeias.
Dedico a felicidade deste momento à minha querida esposa, Cícera Sineide Dantas Rodrigues, companheira de todos os momentos e responsável por grande parte da minha felicidade. A ela dirijo agora palavras seculares de amor:
“Mas silêncio! Que luz se escoa agora da janela? Será ela o sol daquele oriente? Surge, formoso sol, e mata a lua, cheia de inveja, que se mostra pálida e doente de tristeza, por ter visto que, como serva, és mais formosa que ela [...] Ah! Se eu fosse uma luva dessa mão, para poder tocar naquela face.” Trecho de Romeu e Julieta, talvez a mais célebre e conhecida história de amor de todos os tempos, de William Shakespeare (1564–1616), poeta e dramaturgo inglês, considerado um dos maiores autores da literatura universal.
Ao meu amado filho, Arthur Vitor Dantas Rodrigues, saiba que você nos traz imensas felicidades. A sua chegada faz-me recordar, com profunda emoção, algo igualmente maravilhoso (trecho da música “O Filho Que Eu Quero Ter”, de Toquinho e Vinicius de Moraes).
Que este momento represente uma homenagem justa e merecida a todos os meus ancestrais, cujas cinzas foram espalhadas pelo vento e esquecidas no tempo; que seja a oportunidade de galgar mais um degrau na escada da vida. Que fique registrado não apenas nos arquivos burocráticos das instituições, mas na memória dos que aqui estiverem presentes, servindo de referência para toda a minha descendência.
Poderia iniciar este discurso com aquele que foi capaz de atravessar o tempo por sua eloquência, clareza e mensagem de paz. Quem aqui não se recorda: “Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. [...] Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade.” Discurso final de Charles Spencer Chaplin (1889–1977), no filme O Grande Ditador (1940), sem dúvida uma das obras mais marcantes de sua carreira.
Como admirador das artes, das letras, das lendas e dos fatos históricos, não posso permitir que este banquete dionisíaco passe sem referências teóricas que fundamentaram minha formação. Quisera trazer a eloquência de Marco Túlio Cícero (106–43 a.C.), um dos maiores oradores do Ocidente, cujos ideais promoveram a cidadania e o engajamento público. Ou ainda a poesia shakespeariana, que nos conduz à reflexão filosófica: “Ser ou não ser - eis a questão.”
Gostaria de enaltecer os antigos filósofos e grandes poetas com a suavidade das belas canções, mas, se a efemeridade do tempo não me permite, recorro à sabedoria de Horácio e ao seu Carpe diem: viver o presente, pois o amanhã é incerto. Quintus Horatius Flaccus (65–8 a.C.), poeta lírico e filósofo romano, tornou-se o primeiro literato profissional de Roma.
Mesmo não possuindo a leveza da infância nem a sabedoria refletida no olhar dos idosos, coloco-me diante de todos vocês e, em oferenda, trago a boa vontade de colaborar com a cultura e a educação do meu povo, buscando transformar ideias em ações — finalidades estas elencadas nos estatutos desta Academia e defendidas há mais de um século por Machado de Assis, quando afirmou: “As academias são como as armas. Só devem ser utilizadas em defesa. Em defesa, antes de tudo, do patrimônio cultural de um povo.”
Com essas palavras, Machado de Assis profetizou a importância de cada cidade preservar sua memória estética, histórica e intelectual. Que jamais seja necessário utilizar armas para defesa, pois cremos na profecia bíblica de que o lobo e o cordeiro pastarão juntos. Reafirmo, assim, meu voto pelo SIM ao desarmamento, em memória daqueles que tiveram suas vidas ceifadas e cujas ausências ainda nos comovem.
No Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC), homens cultos e formadores de opinião me precederam na Cadeira nº 18, que ora passo a ocupar. Reporto-me ao seu patrono, Monsenhor Francisco Silvano de Souza, a quem reverencio, pois “os lugares vazios pertencem aos seus próprios donos”. Natural de Barbalha, nasceu em 18 de abril de 1879 e faleceu em 26 de fevereiro de 1969. Sacerdote exemplar, militou na imprensa, no magistério e na oratória sacra, exercendo relevantes funções nas dioceses do Ceará e de Pelotas (RS). Autor de O Grande Desconhecido e Dom Melo, cumpriu com integralidade o apostolado que escolheu por vocação.
Peço desculpas aos que me antecederam e paciência aos que me precedem, por não possuir o dom da oratória dos eruditos para concluir este pronunciamento. Recorro, então ao poeta William Shakespeare quando diz:
“Boa noite, boa noite, boa noite!
A despedida é dor tão doce
que ficarei aqui dizendo boa noite
até que seja dia.”
Com muito carinho,
Hugo de Melo Rodrigues
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